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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Entrevista no programa "Mais Mulher" da SIC Mulher



Nesta pequena entrevista o João falou do novo disco, "O Coliseu", entre outros temas.

No fim do programa interpretou "Ninguém é de Ninguém" a solo com a sua guitarra acústica. =)

Esperamos que gostem =)

João marca presença na Gala RFM "Prémios Ernestos 2010"


Foi no Sábado [06-11-2010] à noite que a Nave de Espinho se encheu [estiveram naquele pavilhão cerca de 11mil pessoas, =)) para a primeira Gala da RFM "Prémios Ernestos 2010" para premiar a música portuguesa. Muitos artistas passaram pelo palco, tais como: João Pedro Pais, Miguel Gameiro, Xutos&Pontapés, Luís Represas entre outros.

Falando do João, segundo aquilo que o Clube de Fãs soube, através da fã Inês Silva, o João interpretou com os seus músicos a música "Um Volto Já".


O João afirmou mesmo que o evento foi "uma vitória para a RFM, mas também para as bandas portuguesas". "Esta noite foi uma grande festa, uma junção da portugalidade musical e espero que continue a ter este sucesso por muitos anos", afirmou, lamentando que "um país que não vive a sua própria cultura é um país sem identidade".


Parabéns, mais uma vez, ao nosso João por esta distinção bem merecida =)

Fotos retiradas do site da RFM

Foto-Reportagem Showcase Fnac Gaiashopping [7-11-2010]


Convenhamos, Domingo [Fim-de-semana, as pessoas não trabalham], 7º aniversário da Fnac do Gaiashopping comemorado com um showcase do João Pedro, estas foram mais que boas razões para a loja da Fnac ficar a abarrotar de gente [já era de esperar!], ao ponto de haver pessoas ensandwichadas junto as mesas para terem um cantinho, no meio da multidão para assistir ao concerto. O João e a sua banda são mesmo os maiores, um orgulho ver a loja cheia de público. O ambiente na loja estava calmo não havia muita afluência no café apesar de as mesas estarem praticamente ocupadas, ainda assim, arranjei uma mesa livre, onde fiquei sentada enquanto esperava que o tempo passasse [e passava tão devagar, eram 15h e ainda faltavam 2h para o showcase começar... que eternidade, ainda estavam a montar os instrumentos e dos anfitriões nem sinal]. 

Pelas 16h30', já não havia lugares sentados e de pé ficava-se longe e não dava para ver nada. Por isso imaginem a multidão de gente. Tive oportunidade, mais tarde, de ver chegar os anfitrioes da tarde (o João e a sua banda), assistir aos ensaios, afinações dos instrumentos, teste de som. Nunca tinha visto esta parte e valeu a pena ajudou a passar o tempo.

[Luiz Arantes a afinar a sua guitarra nova!]

[Rui Almeida a experimentar o piano e a brindar o público com um solo magnifico que ajudou a passar o tempo]

O João deu alguns autógrafos, antes do showcase começar, a algumas crianças que o abordaram. Sempre prestável com os mais novos e não só... ele é sempre atencioso e simpático com qualquer pessoa que o aborde.

Este formato de concerto tem a vantagem não só de nos proporcionar momentos musicais especiais, únicos e intimistas, como também de nos permitir um contacto mais próximo com o João e os seus músicos e também momentos de convivio com outras pessoas, é sempre bom conhecer pessoas que partilham as mesmas emoções e os mesmos gostos que nós.

Pelas 17h o concerto começou, ;), como já vem a ser hábito, o João apostou num best of para o alinhamento.

"Palco de Feras"

"Até Nunca Mais"

"A Palma e a Mão"

"Um Resto de Tudo"

"Não Há"

"Ninguém é de Ninguém"

"Mentira" (que não fazia parte do alinhamento, mas quando o João perguntou qual a música que queriam ouvir o público pediu imenso esta música. É uma música inevitável e o público esteve tão afinado e cantou tanto, todas as músicas, num coro impressionante que o João perguntou se queríamos ir para o palco cantar, :)

"Louco (Por ti)"

"Nada de Nada" (no fim desta música, chamou o baterista do Pedro Abrunhosa, Pedro, presente no público para improvisar com o Fernando Tavares na bateria. Foi um grande momento, fabulosos os dois)

"Um Volto Já"




O público esteve ao rubro, cantando todas as canções [o público do João, é sempre tão maior... ;)] batendo palmas e interagindo ao máximo. O João esteve muito bem-disposto, sempre na brincadeira com os seus músicos [nomeadamente com o Mário Peniche que actuou sempre sentado e o João de pé: "Vejam só isto, eu aqui a tocar de pé e o Mário Peniche o tempo todo a tocar sentado. No fim falamos", foram estas as palavras divertidas do João que provocaram a gargalhada total no público], com o Paulo Ricardo que trata da afinação dos instrumentos, com a agente Maria Alcobia que também esteve presente e com o público, comunicou imenso connosco [como sempre!], aproveitou para contar algumas peripécias. E também para nos dizer que tem escrito na sua página do facebook porque tem recebido imensas mensagens dos fãs, e que ele não é ídolo de ninguém, nem tem fãs, o público e ele são apenas pessoas que têm um gosto em comum: A música.

Uma grande mensagem, que penso que pôs toda a gente a pensar, é admirável e louvável, sempre, a forma humilde e simples como o João sente e vive o que faz, a forma como mostra aquilo que é verdadeiramente, a capacidade de não ser escravo da música, de nos presentear com aquilo que ele mais gosta de fazer e de nos fazer sentir cada palavra, cada acorde, cada melodia. A capacidade de mostrar que não é mais que os outros, que há gente que sabe mais que ele, que ainda tem muito para aprender e mais que isso que tem os pés bem acentes no chão da vida (como ele já disse em outros concertos).


Como sempre, o que é bom acaba depressa, e o showcase rapidamente chegou ao fim, mas ainda faltava a melhor parte [estar com o João ;)], rapidamente as pessoas formaram filas para os autógrafos e fotos com o João, que atendeu todos os fãs com grande simpati e disponibilidade.




Foi um concerto que considero brutal, cheio de energia, boa onda, grandes canções, muita música, boa-disposição e pequenos grandes momentos.

sábado, 6 de novembro de 2010

Nova mensagem do JPP na sua página do Facebook

O Clube de Fãs gostaria de partilhar mais uma mensagem do João deixada na sua página oficial do Facebook. Nem todos os fãs terão páginas no Facebook por isso decidimos partilhar aqui as mensagens que o nosso João vai escrevendo através desta rede social.

"Olá PESSOAL! Escrevo-vos para agradecer as sms´s que me enviam. NÃO TENHO FÃS NEM SOU ÍDOLO DE NINGUÉM, apenas respeitamo-nos como pessoas, e partilhamos um gosto comum, a música. NÃO HÁ PALMAS SEM PÚBLICO, PORQUE SÃO VOCÊS QUE FAZEM A FESTA! Aos que ouviram e viram o meu novo álbum CD+DVD "O COLISEU", espero não vos ter desiludido e merecer a vossa confiança. Espalhem a notícia! Obg, joão".

O João tem uma humildade e carácter sem medidas.

És grande João e nós temos um grande orgulho em ti por não haver ninguém como tu... tão diferente.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Showcases Fnac (Novas Datas)

Ao Clube de Fãs do João Pedro chegaram mais duas datas de showcases nas lojas Fnac.

Para os fãs do Centro e Sul, o João Pedro estará dia 11 Dezembro na Fnac de Leiria (17h) e na Fnac de Coimbra (22h)

Não percam!

domingo, 31 de outubro de 2010

JPP em entrevista ao Jornal "Correio da Manhã"


"Sou de vivos não de estúdio”



João Pedro Pais chegou ao primeiro lugar do top nacional com ‘O Coliseu’, o CD/DVD que é a sua estreia em gravações ao vivo, após 13 anos de carreira

Correio da Manhã – Qual a sensação de chegar ao número 1 do top de vendas nacionais uma semana e meia após o lançamento do disco?

João Pedro Pais – É algo bom, mas, de alguma forma, é também ingrato, pois neste top de vendas entram artistas de outros países e as indústrias americana ou inglesa são muito mais fortes do que a nossa. Quando digo que é ingrato é neste sentido: se eu não entro no mercado inglês, porque é que eles entram no nosso? Acho que devia existir um top estrangeiro e outro nacional. Assim, nós portugueses seríamos mais beneficiados.

- Que diferenças existem entre este álbum gravado ao vivo e os outros de estúdio?

- Ao vivo é o que nós somos. Mesmo que tenhamos alguma falha, ela aparece, enquanto no estúdio é tudo mais limpo, não há aquela cumplicidade com o público. Ao vivo estamos a ser julgados e queremos dar o nosso melhor, apesar de em disco também querermos. Mas aqui nada pode falhar porque não há repetições.

- E qual dos formatos prefere?

- Ao vivo, claro. Eu sou de vivos, não de estúdio. Prefiro a presença do público... Apesar de em estúdio ser muito rápido a gravar. Com o Mário Barreiros, que produziu 'A Palma e a Mão', e mesmo com os outros produtores com quem trabalhei, gravei sempre ao primeiro ou segundo 'take' e ficou logo bom. Mas não é a mesma coisa. Em estúdio fazemos as coisas da melhor forma possível porque as pessoas vão ouvir e são essas músicas que gravamos em disco que depois nos vão levar ao vivo.

– Que critérios utilizou para seleccionar os temas para os concertos e para este disco?

- Escolhemos as músicas mais conhecidas. São aqueles temas inevitáveis, mais óbvios, que ficaram mais populares através da rádio. Não podíamos fugir, armar-nos em artistas, porque nós não somos artistas. Somos pessoas que têm um trabalho e o expõem ao público.

– Que análise faz dos dois concertos que levaram a este álbum?

- Foram muito bons. Ter a participação de Jorge Palma no piano, do Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, nas guitarras... E o público todo connosco... Os coliseus estiveram esgotadíssimos! Foi excelente.

– Depois dos coliseus, qual será o próximo passo?

- O próximo passo será continuar a fazer canções e ir aos concertos para os quais sou contratado. Fechou-se um ciclo um ciclo de 13 anos. Outras coisas virão, que serão boas. Com certeza, sei isso. Sei de onde venho e para onde vou. Mas tenho a noção de de que sou um cantor português e que não posso querer assim muito, porque o meu mercado não me permite. Eu tive a sorte de fazer a tournée ibérica com o Bryan Adams. Fizemos nove espectáculos em dois anos, 2003 e 2005. Toquei com a banda dele no meu disco 'Tudo Bem'. Fui gravar ao seu estúdio, o Warehouse Studio, em Vancouver. Toquei duas vezes no Rock in Rio no palco principal. Eu já sou privilegiado por, em 13 anos, ter feito tudo isto. Fiz parcerias com o José Mário Branco, com o Fausto, com a Mafalda [Veiga], com o [Luís] Represas, com o Jorge Palma... Da primeira vez que subi ao palco no Pavilhão Atlântico ao lado do Bryan Adams pela primeira vez, sem ser em Espanha, tinha 18 mil pessoas à espera, do Bryan claro, mas tive a sorte de ter sido eu a fazer a primeira parte.

– Se não tivesse participado no 'Chuva de Estrelas', acredita que o destino teria sido o mesmo ou o programa foi um ponto de viragem?

- O programa não pode ser levado a sério. Pelo menos por mim nunca foi. Era um programa de entretenimento. Foi o único programa musical em que tudo era uma brincadeira televisionada. Mas naquela altura tive a sorte de ter talvez dois milhões de pessoas, que era o share na altura, a assistirem. Influenciou-me a continuar na música, a escrever novos temas. Falei com o meu actual agente e ele disse-me que tinha que fazer canções porque milhões cantam bem mas milhões não fazem canções nem músicas. E se não se fizer músicas morre-se à nascença.

– Onde se inspira para a criação de temas?

- É nos livros que leio. Eu também sou aquilo que ouço, aquilo que leio dos outros, o que vejo... E aquilo que não presta deito fora. Tem a ver também com o gosto musical, com o que ouço dos outros. Adoro música portuguesa. Acho que houve grandes projectos até hoje e tive oportunidade de conhecer alguns. Gosto de ler. Neste momento vou começar a ler 'O Livro' de José Luís Peixoto. O José Luís inspira-me bastante. Além de sermos amigos, somos admiradores e respeitamo-nos um ao outro. Depois há outros autores portugueses... Tento informar-me ao máximo e sou interessado naquilo que os outros fazem bem e que me agrada a mim.

- Ouvir outros artistas também o influencia. Que nomes o marcaram mais?

- Há tantos. Mas o Fausto é um ser muito especial. Além do Jorge Palma... São as pessoas com quem convivo mais, que falo de quando em vez. São nomes incontornáveis na música. Como o José Mário Branco, que é um poeta, quer pela escola que teve ou pela vida literária. Neste momento, os nomes que citei são os grandes cantautores ainda vivos. Mas há mais, só que eu não me dou com esses, pelo que estou a referenciar apenas aqueles com que me dou neste momento. O Represas também me influenciou bastante através dos Trovante.

– Convidou Massimo Cavalli, Jorge Palma e Zé Pedro para os concertos nos coliseus...

- Porque sou amigo deles. Eu antes de convidar alguém para participar num projecto ou de responder a um convite, tenho que me identificar com essa pessoa na altura. Em primeiro lugar está o homem, a dignidade e a honra. Não está nunca a filhadaputísse. Não passo rasteiras a ninguém. Não faço favores e odeio mesmo fazê-lo. Só me dou com quem me faz sentir bem. Estes músicos são pessoas puras e que não passam rasteiras a ninguém.

– No álbum, antes de cantar 'Ninguém é de Ninguém', diz que este é dos seus temas mais inocentes, que se o tivesse escrito agora teria mais maldade. Em que aspectos?

- O 'Ninguém é de Ninguém' é feito numa altura de imaturidade. É a minha primeira ou segunda música à viola. É natural que há 13 ou 14 anos eu não tivesse a experiência que tenho hoje, não tinha lido os livros nem tinha a malícia que tenho agora. Nós com a idade vamos aprendendo a estar ainda melhor e sabemos quem é que nos quer pregar rasteiras ou não. Este tema é tão puro, tão inocente... Por exemplo, quando gravei o 'Volto Já', tinha mais malícia, na parte em que digo 'Quero os teus dedos molhados, bastante salgados ', eu sei o que quero dizer... Já há mais malícia, no sentido do palavrão.

- Para quando o próximo álbum de originais? Já tem temas preparados?

- Já tenho um álbum feito, com dez canções. Vou trabalhá-las ainda melhor e, depois de os textos estarem prontos, vou dá-los a ler àqueles que trabalham comigo e ao meu caro amigo José Luís Peixoto, esse grande escritor. Mas ainda não há nenhuma data definida. Eu não faço canções para ter espectáculos, por isso é que o meu último álbum teve uma pausa do anterior de quatro anos. Acho que as pessoas têm de fazer canções para se identificarem, têm de contar histórias de vida. As minhas canções são histórias da minha vida e das vossas vidas. Não se pode fazer um álbum só porque se tem de ter espectáculos. Isso é o maior erro.

– O João apresenta uma postura de quase anti-estrela, como se o sucesso não o afectasse...

- Eu antes de cantar era campeão nacional de luta. Fazia parte da Selecção Nacional de Luta Greco-Romana e sei o que é a derrota e o que é a vitória. Ganhei muita vez e perdi algumas. Participei em campeonatos do Mundo e da Europa. No fundo, tem a ver com o respeito. Eu não sou mais nem menos do que alguém. Somos todos iguais, cada um com sua função.

- Praticava luta greco-romana de alta competição e chegou mesmo a obter os mínimos para os Jogos Olímpicos de Barcelona mas não os confirmou.

- Eu fiquei em oitavo lugar do Campeonato do Mundo em seniores. Na altura, quem ia aos Jogos eram quem ficava entre os 10 primeiros. Eu fiquei em oitavo logo após os Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, mais concretamente em '89, em Martigny, na Suíça. E, como me classifiquei tão cedo, a FILA (Federação Internacional de Lutas Associadas) não me deu logo ali os mínimos e pediu-me para confirmar. A partir daí desinteressei-me. Nem fui ao Campeonato do Mundo, em Roma.

- Imagina como seria a sua vida se tivesse seguido o rumo desportivo?

Provavelmente não estaríamos aqui a falar hoje. Não penso nisso porque nunca foi meu objectivo ir ao Jogos. Nunca fui obcecado com isso. Se acontecesse acontecia... Mas também não sou obcecado pela música. Não sou escravo da música. Eu adoro andar na música enquanto me sentir bem e o público gostar de me ouvir. No dia em que não gostarem de me ouvir não faz sentido continuar. Não vamos obrigar as pessoas a levar connosco. Faz sentido enquanto houver público. É como vocês, no jornal 'Correio da Manhã', que estarão activos enquanto houver pessoas a lê-lo. Não penso no futuro... Mas agora que já cá estou, é algo intrínseco, já está tão entranhado que é mais difícil dizer adeus. Mas tenho a noção de que um dia vou ter que o fazer, porque o Mundo não gira à minha volta e há outras pessoas a estrearem-se. Um dia terei que partir musicalmente.

- E como é visto o seu sucesso pela sua família?

- Todos estão contentes. As pessoas que estão à minha volta, que gostam de mim e sabem que podem contar comigo, estão contentes. Aliás, quem está à minha volta nem celebra muito a sério. Faz parte do meu estilo de vida. Ficamos contentes mas sempre com um pé atrás porque temos todas as dúvidas do Mundo.

- O seu filho tem agora 11 anos. Pensa que ele algum dia poderá vir a seguir as passadas do pai no mundo da música?

- Não sei. Neste momento, continuo com algumas dúvidas. O tempo o dirá. Acho que ele tem uma boa batida, poderá ser um bom baterista mas tem que estudar muito. Tem que ouvir muita música. Tem que ter o fling, porque para tocar bateria é necessário ter bastante fling e não ser muito malabarista. Isso de ser muito malabarista é um erro. Tem que ter muito cuidado, estudar e simplificar.

- Como vê o actual panorama musical português?

- Actualmente há uma grande divulgação da música portuguesa, as rádios tocam música nacional. Penso que não há motivo de queixa nesse aspecto. É claro que as rádios andam sempre à procura de grandes músicas, boas canções... E isso pode ser um pouco ingrato, porque o que para nós parece uma boa canção para o radialista pode não ser. Depende do gosto e quem tem o poder de decisão são as rádios. Acho que as rádios são a principal causa da grande divulgação que a música portuguesa tem. E ainda bem que é assim. Têm ajudado muito a música nacional.

- Há também muitas bandas nacionais a cantarem em inglês. Sente-se um resistente por cantar na sua língua-mãe ou já ponderou actuar noutro idioma?

- Sempre cantei em português, pois sempre toquei Zeca Afonso, Trovante... De vez em quando brinco com Eric Clapton, Eddie Vedder (Pearl Jam), Leonard Cohen... O meu sotaque talvez não seja tão brilhante.... Penso que tenho é de falar melhor português, isso é que é o mais importante. É a minha língua e nunca a esqueci, nem senti pudor dela. Tenho pena que a minha língua seja limitada e não muito expressiva no Mundo, pouco aceite musicalmente. Gostava que nos aceitassem como nós aceitamos os brasileiros ou os espanhóis. Só isso.

- Já conta 13 anos de carreira. Que evolução nota desde que começou?

- É uma evolução positiva. Sei dizer melhor as palavras, interpreto melhor, mas com mais maldade, com uma forma de viver diferente, que é verdadeira mas mais pensada. O próximo álbum mostra isso, pois traz uma sonoridade irreverente...

– É considerado um dos maiores cantautores da sua geração. Como vê o facto influenciar outros artistas?

- Não acho que influencie outros artistas. Tenho alguns admiradores amigos, como o Zé Pedro ou o Jorge Palma, que gostam da minha música... Mas não sou referência para esses senhores que andam há 30 ou 40 anos na música. Talvez o 'Palco de Feras' que eu fiz para os Xutos... Já ouvi alguns jovens no YouTube. Mas não sei...

- Tem mais um espectáculo agendado para este ano, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. Que surpresas tem preparadas para esse concerto?

- Talvez fosse engraçado convidar uma das pessoas que esteve no coliseu e fazer coisas diferentes... Apresentar músicas aproveitando o facto de esta vez não estar a ser filmado para um DVD. As músicas novas que tenho são para o próximo álbum de originais. Mas cantarei algo de um modo novo, algo diferente, no Olga Cadaval. Terei que me sentar com o meu agente e falar das ideias que tenho para esse concerto. Quero fazer uma abordagem diferente de algumas canções. Acho que ficaria bem estar só eu e alguém ao meu lado a tocar o violoncelo. Tenho essa ideia em mente e penso que resultaria bem...

Entrevista e foto retirada de: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/musica/sou-de-vivos-nao-de-estudio

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

João Pedro em entrevista ao TVI24

Um ano depois de se estrear em nome próprio nos coliseus, João Pedro Pais está de volta com o seu primeiro CD/DVD gravado ao vivo.

«Senti que era este o momento. Fazia todo o sentido. Já tenho seis álbuns e, em nome próprio, se assim não fosse quando é que seria?», questionou o músico.

Para os espectáculos nos coliseus, João Pedro Pais levou mais de dez anos de carreira e alguns amigos e cúmplices para partilhar momentos, uns mais intimistas e outros mais rock.

«Foi começar como tudo começou... eu, sozinho, com a viola. Depois entraram os músicos que me acompanham... Mais tarde, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa... Depois, o Jorge Palma... o contrabaixista Massimo Cavalli e o Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés», recordou.

É também neste DVD ao vivo que podemos um João Pedro Pais descontraído e confiante.

«Ando sempre à procura do perfeccionismo. Não o encontro... Ainda não encontrei a música perfeita... Tenho de ler e escrever muito mais... para ver se, algum dia, sou inspirado por algum ser maior...», sublinhou o cantautor.

Apesar de não querer revelar pormenores, o músico tem também já novos planos em mente.

«Fui convidado para um grande projecto... Muito forte... pelas pessoas que estão envolvidas. Aliás, eu só me meto naquilo com que me identifico ou em algo que seja forte», frisou.

Um novo disco também faz parte dos planos de João Pedro Pais, que prefere, no entanto, não se comprometer com datas.

«Estou a compor novas canções a pensar num próximo álbum, mas ele só sairá se eu achar que tenho grandes canções. Para mim, todas as músicas têm de ter potencial para serem singles. Aliás, eu gravei em 2004 e, depois, só voltei a gravar em 2008. Passaram quatro anos e, provavelmente, passarão quatro anos de 2008 a 2012», concluiu o músico.

Ver vídeo da entrevista aqui: http://www.tvi24.iol.pt/consola.html?mul_id=13339643

Fonte: site do TVI24

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Homenagem ao João Pedro na Rádio Ultra FM


A ULTRA FM estreou no dia 23, do presente mês, o programa chamado "Ao ViVo", no qual apresenta concertos que entraram para a história. O primeiro foi com U2 - concerto de Sarajevo, de 97 - e este Sábado (dia 30 Outubro) pelas 23h, o Dj Pinduca irá apresentar a 1ª parte de João Pedro Pais baseado no álbum "Coliseu", no Sábado seguinte (6 Novembro) novamente pelas 23h irá apresentar a 2ª parte.

Relativamente a este programa podemos adiantar que em cada edição, irá ser recordado um concerto que abalou estructuras, causou emoção, e entrou para a história!

Release, biografias, curiosidades, novas versões, efeitos especiais, e muitas surpresas!

Sincronia, virtuose... inesquecível!

Para mais informações visitem: http://www.ultrafm.pt/

Nota: Para os mais interessados, no site desta rádio podem depois fazer o download do podcast do programa.

Não percam esta pequena homenagem ao nosso ídolo!

João Pedro à procura do Ernesto na RFM!



Hoje o João Pedro esteve, de manhã, pelas 9h em directo no Café da Manhã a dar uma entrevista e a procurar o Ernesto.
Foi uma entrevista divertida, onde o João falou sobre o seu novo disco, falou sobre o concerto de apresentação do mesmo no Centro Cultural Olga Cadaval, cantou a música do "À Procura do Ernesto" e em jeito de brincadeira disse que na Gala da RFM dos "Prémios Ernesto2010" iria receber o "Prémio Ernesto Ensonado". ;)

O momento mais hilariante da manhã foi quando o João procurou o Ernesto, onde teve a brilhante sorte de fazer uma chamada (de entre 3 números à escolha) e atender precisamente um "Ernesto", melhor não poderia haver.

O vídeo da passagem do João pela RFM já se encontra no site da mesma, não deixem de ver ;)

Foto retirada dá página oficial do Facebook da Carla Rocha

domingo, 24 de outubro de 2010

Mensagem do João na sua página do Facebook

Gostaríamos de partilhar convosco a mensagem que o João deixou na sua página do Facebook para todos os fãs. Por norma, o João não costuma escrever muito na sua página desta rede social mas desta vez decidiu deixar uma pequena surpresa para todos os fãs. Aqui fica: 

"PESSOAL, escrevo para dizer que já somos muitos nesta estrada musical. AGRADEÇO-VOS estes 13 anos feitos de histórias cantadas, pessoas e momentos. O disco mais recente é o 1º registo gravado ao vivo em nome próprio, cd+dvd, onde canto as canções que vos fizeram conhecer-me. Neste momento é 1º lugar do top nacional de ...vendas. OBRIGADO PLA CONFIANÇA E SIMPATIA QUE ME TÊM! ATÉ SEMPRE E UM ABRAÇO DO VOSSO AMIGO joão".

Visitem: Página do Facebook João