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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Foto-Reportagem - Lousada [30/07]

Olá, mais uma vez,

Queremos partilhar uma nova Foto-Reportagem, =), enviada pela nossa repórter Ana Rosa Nunes que esteve no concerto do João Pedro deste fim-de-semana passado em Lousada, =).
Um Obrigada a todos aqueles que muito têm participado e contribuído com fotos, textos e vídeos, dos concertos do João para que possamos mostrar e partilhar com os outros (que não podem ir aos concertos, pelo menos a todos), o que são estas grandes noites musicais.
Obrigada por nos ajudarem a crescer!

Aqui vos deixamos o testemunho da Ana Rosa, =)

Cheguei a Lousada por volta das 22h30, faltava ainda 1h30 para o concerto começar, mas o entusiasmo já era notório.

Já mais perto da hora do concerto, dirigi-me para o palco onde já estavam bastantes fãs mas mesmo assim consegui um lugar nas filas da frente.
Por volta das 00h00 o concerto começou, o público ficou ao rubro. Muitos deles pensando “mais um concerto do João”, outros talvez “o meu primeiro concerto do João”, mas o pensamento de que aquela iria ser uma noite bem passada era de certeza um pensamento comum a todos os presentes.

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Estávamos cerca de 20 mil pessoas na avenida, tal como o próprio João disse. Desde a primeira à ultima música que cantámos com o João, fomos realmente “A Palma e a Mão”.

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Não pode deixar de ser relembrado o momento em que o João falou da morte de Amy Whinehouse e dirigiu-se a todos os jovens com: “deixem-se de merdas, deixem-se de drogas”. Valorizar a família, respeitar e ter orgulho nos nossos pais estiveram também entre as mensagens que o João deixou aos
seus fãs.
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É por isto, e muito mais, que somos fãs dele.
Não posso deixar de falar nos músicos que acompanham o João (Mário Peniche no baixo; Luíz Arantes nas guitarras; Rui Almeida no teclados e Fernando Tavares na bateria) que, como sempre, estiveram muito bem.
O alinhamento, composto por temas de todos os álbuns, foi igualmente muito bom.
Este fantástico concerto terminou perto da 01h30 e foi bonito ver como o João, os músicos e os fãs estavam felizes por aquele concerto.

Texto e Fotos de Ana Rosa Nunes

Foto-Reportagem Mangualde [23/07]

Olá a todos,

Hoje partilhamos convosco a Foto-Reportagem que a fã Carla Castro nos enviou do concerto que o nosso artista deu em Mangualde (pedimos desde já desculpa pelo atraso!).
Aqui fica o testemunho da repórter do Clube de Fãs em Mangualde...


Chegamos ao areal faltava pouco para as 21horas, e estava quase vazio, só havia uns grupinhos lá mesmo à frente onde também pudemos ficar, 21h30' e o areal começou a encher, o concerto começou pelas 22h15' e já só se viam cabeças e nem um espacinho.
O João entrou em palco e o pessoal delirou, gritou, aplaudiu, chamou o seu nome, foi mesmo a minha melhor prenda de anos.


Cerca de 7 mil pessoas estavam ali diante dele, números que me foram dados pelo Staff do João Pedro, o pessoal era das mais variadas idades e todos eles com o mesmo espírito: cantar, dançar, bater palmas, e divertir-se e se se divertiram.
No palco as luzes fazem-nos vibrar e as músicas eram todas cantadas em conjunto (nós e ele), e a noite estava tão linda.
O João cantou todas as músicas que eu esperava ouvir, aliás, algumas tocam-me mais que outras, claro. A banda estava toda muito animada e o João cheio de energia.

A certa altura o João falou no facto de se ter sabido nessa tarde que havia falecido a cantora Amy Winehouse, e pediu aos jovens para não se meterem na droga, que a vida é para aproveitar, palavras do João ”….sou a favor do sexo, com juízo e precaução , e do rock and roll e sempre serei, drogas e que não……”.

A meio do espectáculo o João chamou o Luís Jardim e ele veio tocar duas musicas com ele e no final o Luís Jardim disse que espectáculos organizados por ele têm que ter sempre a presença do João pois ele não tem rival. O João ficou tão envergonhado que só disse: "ele é muito simpático", todos se riram.


Saltamos, dançamos, batemos palmas a cantamos muito, mesmo muito, eu pelo menos, não todos.
O concerto começou com a música “ Palco de Feras”e terminou com” Nada de Nada”, mas ele ainda voltou, claro. O concerto terminou por volta da 00h00 e pouco.
Depois formou-se uma fila enorme para os autógrafos da praxe e até eu fui, foi de mais, e não fui só eu a dizer isso pois ouvi dizerem isso o concerto inteiro e eu vi e senti nas pessoas.
Quanto a mim fiquei deslumbrada com o concerto e na altura dos autógrafos. Aconselho vivamente a quem poder ir ver um concerto, pois é do melhor que já vi, e eu já vi alguns.
Nos autógrafos tive a sorte de ficar mesmo á frente e esperei pouco tempo, mas esperava o que fosse preciso, sem duvida.
Quando me apresentei foram todos muito atenciosos comigo, e com o João foi de mais, embora sendo uma pessoa muito reservada, foi bastante acessível e paciente, pois eu levei mil e uma coisas para ele autografar mais os beijinhos do pessoal do Clube de Fãs que me pediu.
Fotos e texto de Carla Castro

domingo, 31 de julho de 2011

Foto Reportagem: Concerto Lousada

“Estão aqui, nesta avenida, seguramente, mais de 20.000 pessoas”, João Pedro Pais

Num concerto de cerca de 90 minutos, João Pedro Pais e os seus músicos de sempre, (a saber: Mário Peniche – baixo; Luíz Arantes – guitarras; Rui Almeida – teclados; Fernando Tavares – bateria), levaram ao rubro uma multidão que parecia infinita num espaço ao ar livre, onde a temperatura rapidamente subiu até valores de fazer transpirar…


O alinhamento, para quem vai fazendo estrada, não fugiu muito ao habitual. Já os acordes e as brincadeiras em cima do palco foram de bastante improviso. Porque, nunca se esqueçam, “divirtam-se connosco”, é o que o pede a quem os assiste.

As músicas tocavam a um nível impressionante, e entre as muitas ovações JPP relembrou um óbito recente de uma estrela da música internacional para passar aos presentes, uma mensagem habitual dos seus concertos: “deixem-se de merdas, deixem-se de drogas”.


A interacção do público com o artista que está em cima do palco é um passo fundamental para o sucesso do próprio concerto, “vocês é que fazem o espectáculo” relembra JPP muitas vezes nos seus concertos.

Em tom de despedida, “fazemos muitos quilómetros de estrada, mas acreditem que Lousada ficará marcada na nossa memória”, agradeceu desta forma a visita a uma terra onde não foi a primeira vez que actuou.

[quando arranjar fotos melhores, colocaremos cá]

terça-feira, 28 de junho de 2011

Foto-Reportagem Mértola [25/06]

Olá a todos, =)

Partilhamos convosco mais uma Foto-Reportagem, a repórter do Clube foi a Carla Rodrigues.

Foi com grande alegria que o João ia começar o concerto dele em Mértola, pois nunca tinha la ido. Cantou com paixão, a banda estava la a dar o que estamos habituados 100000000000000000% cantou "A Palma e a Mão", "Paciência", interagiu com o público (este vibrava e era de todas as idades, saltavam, cantavam...), mas a "Mentira", aí foi lindo, ele fez sinal a banda, que parou de tocar.



Só se ouvia o público a cantar, ele a olhar extasiado, foi magico, como é sempre, ele consegue cativar este mundo e o outro, o tempo passou depressa, ele deixou mensagens de respeito, paz , felicidade e NÃO à droga e ainda disse: "Eu sou um bocado do mundo", terminou, despediram-se e toda a gente gritava: "Só mais uma; só mais uma", gritamos até à exaustão e lá veio a banda e o João, foi mais um momento inesquecivel. No momento dos autógrafos, vou para a fila e fico ao pé de uma menina, era o 1º concerto dela estava maravilhada e ainda o ia conhecer, ela tremia até que chegou a minha vez levava montes de beijinhos, ia dizendo os nomes ele ouvia com atenção, e disse: "Olha és uma terapia, estou triste ouço o JPP, estou contente ouço o JPP", ele respondeu: "É pa, Obrigadão" .





Acabou. Já tenho saudades do nosso grande músico que é o João Pedro Pais.

Em breve as fotos...

domingo, 26 de junho de 2011

Foto-Reportagem Ourém [24/06]

Olá a todos,

Partilhamos convosco o testemunho da repórter do Clube de Fãs, Matilde Vieira, que esteve esta Sexta em Ourém no concerto do João Pedro.

Uma bela noite de verão.



Ouvem-se os primeiros acordes de "Palco de Feras". Vislumbra-se imediatamente o início de uma grande noite.
Casa cheia para o Concerto daquele que é sem sombra de dúvidas o nosso artista Português mais completo. JOÃO PEDRO PAIS. Com letra maiúscula, sempre.


Um concerto eléctrico, em que fizeram parte do alinhamento grandes temas, como "Não há", "Nada de nada", "Louco por ti", "Um volto já", "Ninguém é de ninguém", "A palma e a mão", "Um resto de tudo" e claro, a mais aclamada da noite - aquela que é a mais bela canção portuguesa de todos os tempos: "Mentira".

Estes e outros temas levaram o público, maioritariamente jovem, literalmente ao rubro.

Com a sua simplicidade habitual, João Pedro Pais agradece ao público de Ourém com um "obrigada pessoal pela enorme paciência que têm para nos aturar".

Não faltaram igualmente as habituais mensagens direccionadas ao público mais jovem.

Sempre num clima de grande alegria, união e cumplicidade, estes artistas fantásticos proporcionaram, mais uma vez a todos os fãs, uma noite inesquecível, que no fim, nos deixa sempre com aquela típica sensação de que soube a pouco.
Um concerto a repetir.
Sempre!
Porque são artistas assim que nos fazem sentir orgulho de sermos portugueses.
Parabéns a todos e bem hajam pelos grandes momentos que sempre nos proporcionam.


Reportagem e Fotos de Matilde Vieira. Obrigada!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Foto-Reportagem Famalicão [6/05]

A noite do dia 6 Maio foi perfeita, foi uma noite de grandes emoções,  as expectativas eram enormes, estavamos ansiosos e curiosos para conhecer o “Improviso”, podemos dizer que superou largamente as nossas expectativas, ficamos (e todo o público que estava presente no grande auditório da Casa das Artes) mesmo rendidos ao João e à sua banda assim como ao “Improviso”, queremos voltar a este “Improviso” muito em breve.
Bom, as portas do grande auditório da Casa das Artes, onde iria ser o concerto, só abririam as 21h30’, no compasso de espera os membros principais do Clube de Fãs e os seus acompanhantes (Ana, Márcio e Ricardo, faltou a Sílvia mas ela vive na zona de Lisboa e não pôde ir por ser muito longe, foi pena, sentimos a falta dela. Ainda se juntaram a nós a Liliana França e o marido Alípio Ramos, que também são fãs do João Pedro e membros do Clube de Fãs e que também fazem estrada connosco e com o resto do pessoal), voltaram a reencontrar-se, 2 anos após o primeiro encontro no Coliseu do Porto aquando do espectáculo do João Pedro nesta sala. 

A ansiedade era muita, as expectativas também, partilhamos emoções, momentos, opiniões, um pouco de tudo. Enquanto esperávamos tivemos oportunidade de ver chegar os 5 anfitirões da noite: o João Pedro e a sua banda.
Quanto ao espectáculo, foi brutal, indescrítivel, inesquecível, fenomenal e memorável, melhor era mesmo impossível, o grande auditório da Casa das Artes esgotou-se de fãs das mais variadas gerações (como vem a ser hábito, sempre!) para receber o primeiro concerto do João Pedro nesta sala assim como o “Improviso”. O auditório era grande, o palco era majestoso para estrelas tão cintilantes como o João Pedro e a sua banda. Deixaram a alma e a pele no palco, deram mesmo o tudo por tudo, como o João costuma dizer, eles são os maiores, não é só o João mas a banda toda.
[O Palco. E que palco...]
 
[O público a chegar]
O espectáculo teve inicio pelas 22h, o João Pedro surgiu em palco, sozinho com a sua guitarra acústica e presenteou-nos com “O Dia Mais Longo”, a primeira música da noite que abriu o “Improviso”, o público entusiasmou-se desde logo e fez-se ouvir, do principio ao fim do espectáculo as palmas foram constantes, não pararam. Seguiu-se “A Palma e a Mão”, o hino da mais recente digressão do João Pedro, uma canção envolvente e forte que ficou perfeita neste “Improviso”, que lhe deu uma intensidade ainda mais intimista, finalmente, com todo o público de mãos no ar. Com a simplicidade que tanto o caracteriza, o João dirigiu-se pela primeira vez ao público: “Boa Noite a todos, sejam bem-vindos. Obrigada por estarem aqui.”
Seguiram-se mais canções e grandes sucessos, como “Mais que uma vez” onde o João se voltou a dirigir ao público (foi uma constante durante o espectáculo todo, é uma das suas grandes características, a forma notável como interage com o seu público): “É a primeira vez que tocamos aqui na Casa das Artes e neste novo conceito de espectáculo, a que chamamos de “Improviso”, trazemos as canções com novas roupagens, em versões mais intimistas, esperamos que gostem e que haja muitas mais noites como esta, daqui para a frente. Divirtam-se connosco. Muito Obrigada!”. A seguir tocou “Um Resto de Tudo”, o João esteve sempre muito animado durante o concerto todo, muito bem-disposto, muito comunicativo com o público, contando histórias, peripécias e curiosidades sobre as suas canções, partidas que prega aos seus músicos durante as viagens e incentivando sempre o público a participar no espectáculo. Terminando a música com uma frase sentida, sincera e dita de coração: “Eu sou um resto de todos vocês”. Mas antes de interpretar este tema, decidiu contar-nos uma pequena história: “Quando comecei a escrever este tema, comecei pelo refrão, queria conjugar as frases com o resto da letra mas faltavam-me ideias. As pessoas diziam-me para ir escrevendo o que fosse surgindo mas eu não lhes dava ouvidos”, foi a gargalhada geral no auditório, a euforia instalou-se e os fãs não deram tréguas, a interacção começou a ser mútua e perfeita.
Depois presenteou o público presente com algumas peripécias e histórias divertidas: “Como é a primeira vez que tocamos aqui na Casa das Artes, há muitas histórias que já contei imensas vezes noutros concertos, mas aqui nunca as contei, por isso, vou contar”, nova gargalhada geral. Seguiram-se mais momentos musicais, “Não Há” foi a próxima canção escolhida, onde no final da mesma, o João presenteou o público com um brilhante solo à guitarra acústica, adoramos imenso, deliciamo-nos a ouvi-lo tocar, ele toca guitarra como ninguém, foi um momento excelente, achamos que à medida que o tempo passa se nota cada vez mais a sua evolução como músico, confessamos-vos que, não nos importavamos nada que o resto do espectáculo tivesse sido apenas a ouvi-lo tocar guitarra. Seguiram-se mais duas canções, “Sempre Hoje” e “Ninguém é de Ninguém”, o público mostrou que tinha as letras das canções todas na ponta da língua e que era afinado ao repetir na perfeição todos os sons que o João Pedro fazia.
O tempo parou quando o João Pedro surgiu em palco, num ambiente calmo e sereno, acompanhado pelo pianista Rui Almeida, para a interpretação da intemporal “Mentira”, um dos muitos momentos altos da noite, onde foi criado um ambiente romântico, numa interpretação intensa, envolvente, forte e arrepiante que deixou o público num verdadeiro delírio, acompanhando o João Pedro até ao fim da mesma. Seguiu-se "Lembra-te de mim" e depois mais um momento  de histórias antes da interpretação da música “Palco de Feras”: “Os Xutos deram a uns tempos um concerto no Campo Pequeno de comemoração dos 20 Anos do álbum “Circo de Feras”, todo o ambiente do espectáculo, as pessoas a saírem do chão, os animais, os malabaristas, me deram ideias para uma música. Mas confesso-vos uma coisa, nunca me senti tão desejoso que um espectáculo acabasse (gargalhada geral), a sério, queria ir para casa e escrever o que via e o que estava a sentir mas não tinha papel nem caneta ali. Ás 2h da madrugada liguei ao Zé Pedro: “Estou Zé Pedro, estive lá hoje. Sim, eu vi, que tinhas levantado o bilhete. Fiz uma coisa que te queria mostrar e cantei a música ao telefone, eu a cantar para um homem ao telefone (gargalhada geral), ainda gostava de perceber qual é a sensação, já jantei em casa dele e ele na minha mas nunca falamos sobre isso, nova gargalhada geral. O Zé Pedro só disse: “A única coisa que te peço, é que me deixes tocar isso contigo no disco” e gravamos a música no disco “A Palma e a Mão”. A interpretação de “Palco de Feras”, foi um momento inicialmente calmo que culminou num final eléctrico recheado de adrenalina e com um jogo de luzes brutal.

Seguiu-se o primeiro single do último álbum de originais (“A Palma e a Mão), “Um Volto Já”, que foi o momento auge do espectáculo com o João a levar o auditório ao rubro, com toda a gente de pé a aplaudir, despediu-se do público: “Muito obrigada por terem vindo, até sempre. Um Abraço”  e saiu do palco mas o público não o queria deixar ir embora e pedia insistentemente: “Só mais uma!” e o João regressou ao palco minutos depois para nos deixar uma verdadeira lição de vida: “Apesar de sermos músicos, somos pessoas e não somos objectos. Também erro e muito às vezes, até me dizem: “Porra, João Pedro, erraste nisso com a tua idade”. Ainda sou um puto”, gargalhada geral novamente. Vindas do público, ouviam-se palavras como: “És o maior”; “Viva a música portuguesa!”, palavras aplaudidas com grande ênfase, às quais o João Pedro respondeu assim: “Vocês é que são os maiores. Nunca deixem que vos subestimem, não pense aquele que pisa este palco que é melhor do que vocês, eu tenho 13 anos de carreira e não sou melhor do que vocês, ninguém é melhor do que vocês, nunca se esqueçam disso”, lições como esta foram aplaudidas de pé por toda a gente, que ficou sensibilizada e rendida ás palavras do João.
O espectáculo seguiu com mais dois grandes momentos, o João Pedro apresentou uma canção nova, mas antes dirigiu-se novamente ao público: “Esta música é nova, não ensaiamos nada, por isso Rui não te atrapalhes, gargalhada geral, será incluída num próximo álbum que saírá talvez, se tudo correr bem, em finais de 2012, inícios de 2013 (Ouviram-se muitos “Ohhhhhh” no auditório).  Vou ter muitas saudades vossas! Vá, agora desliguem tudo, não filmem isto, por favor. Está bem? (“Sim” em unissono). Está tudo desligado? (“Sim”, novamente em uníssono), dão-me a vossa palavra de honra? (“Sim” em uníssono), é que senão amanhã apareço logo no youtube”, gargalhada geral, mas gostamos bastante da música, achamos a música linda e com um ritmo excelente, ficou-nos no ouvido, irá ser um grande sucesso de certeza.
Depois, o João Pedro surgiu novamente sozinho em palco, sentou-se ao piano  para nos presentear com uma versão sua da canção do Zeca Afonso chamada “Vejam Bem”, foi outro dos grandes momentos da noite, onde o público se voltou a fazer ouvir.
O espectáculo seguiu com “Louco (por Ti)”, com o auditório todo louco por ele, foi o momento auge da noite com o João a levar o auditório ao rubro, toda a gente de pé a aplaudi-lo e depois tal como aconteceu nos espectáculos dos Coliseus, também ali o João deixou os músicos a tocar e “saltou” do palco percorrendo todo o auditório por entre o público para agradecer a presença de todas pessoas e ter um contacto ainda mais cúmplice, intimista e próximo com os seus fãs. Muita gente aproveitou a oportunidade para tocar e fotografar o João Pedro mais de perto.





O espectáculo terminou com duas grandes canções, “Paciência”, segundo palavras do João Pedro: “Esta é uma música de um grande compositor, que surgiu para o projecto “Lado a Lado” e chama-se “Paciência”, hoje em dia é preciso ter mesmo muita paciência”, gargalhada geral. E “Nada de Nada”, com todo o público de pé ao rubro a aplaudir, no final o João e a sua banda reuniram-se em palco para a última despedida e a vénia habitual ao público.

[As despedidas]

Os autógrafos só começaram 30’ depois do espectáculo terminar, o João deve ter estado a descansar (depois de um concerto tão espectacular, onde ele deu tudo, cheio de energia e adrenalina, achamos que o descanso era mais que merecido ainda que fosse por pouco tempo), mudou de roupa e deve ter estado a dar entrevistas à imprensa presente no concerto. Os fãs concentraram-se ali, numa longa fila, com máquinas na mão, papeis para o João assinar, conversavam, cantavam e tocavam algumas canções do João à guitarra, havia alguns fãs que também gostavam de música e por isso levavam a sua guitarra para o João autografar, enquanto esperavam impacientemente pela sua chegada, que tardava em acontecer, animaram o pessoal, os membros do Clube de Fãs, também ficamos por ali a conversar enquanto esperavamos, éramos para ficar para o fim mas infelizmente começou a ficar tarde e não deu para todos ficarem.
Mais uma vez, o João Pedro não desiludiu o seu público, presenteou-o com mais um grandioso espectáculo, recheado de grandes momentos e de músicas que transcendem o (nosso) tempo.
Obrigada ao João Pedro e aos seus músicos. Sempre! Por tudo o que nos dão em noites como esta.

Fotos do espectáculo da autoria de Ricardo Silva

domingo, 8 de maio de 2011

Foto-Reportagem Showcase Loja Media Markt [30/04]

A fã Elodie Beco foi a nossa repórter deste showcase, enviando-nos a sua foto-reportagem do concerto, que passamos desde já, a partilhar convosco. Esperamos que gostem.

Um obrigada especial à Elodie pelo seu trabalho e dedicação para esta foto-reportagem.

A Media Markt tem estado a oferecer a oportunidade de os seus clientes/visitantes conhecerem os seus ídolos e foi neste contexto que o João Pedro Pais deu um showcase com sessão de autógrafos incluída, no passado dia 30 de Abril, pelas 16h00 na Media Markt de Benfica.  

O João subiu ao palco cerca de 15 minutos depois das 16h00 com “Palco de Feras”, onde o público presente se mostrou um pouco intimidado.



De seguida, prosseguiu com “A Palma e a Mão” e com algumas músicas que marcam a sua carreira, como por exemplo “Ninguém é de Ninguém”, “Não Há” e “Nada de Nada”. Já para não falar que, a certa altura, o João desafia o Rui no piano a fazer um solo e sem dúvida foi um dos momentos altos do concerto.



Desta forma, o João finalizou o showcase com “Um Volto Já”, onde agradeceu ao público por terem estado presentes e onde demonstrou o desejo de regressar àquele palco.
No final do concerto o público mostrou-se mais extrovertido do que inicialmente, chamando a banda de novo ao palco para cantar “Mentira”. Nesta altura, o público já revelava alguma ansiedade pela sessão de autógrafos que ia decorrer e que insistiram em abandonar o local apenas com a saída do João Pedro do edifício!


Fotos e reportagem da autoria de Elodie Beco

sábado, 30 de abril de 2011

Reportagem da Revista Blitz sobre o concerto em Almada

Olá a todos,

A Revista Blitz publicou uma reportagem no seu site sobre o concerto do João Pedro em Almada.

Ver Reportagem, AQUI.

Esperamos que os showcases do João tenham sido bons e tenham corrido bem, hoje é o último na loja Media Markt de Benfica. Apareçam!

Esperamos pelas vossas foto-reportagens :).

Bom fim-de-semana!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Foto-Reportagem Almada [16/04]

O Teatro estava esgotado, cerca de 90% do público era gente nova, vibraram do princípio ao fim, cantaram muitos refrões do João Pedro.




O concerto foi acústico, o Rui Almeida tocou num grande piano YamahaC5, mas foi intenso, o João Pedro abriu sozinho com um tema instrumental do Carlos Paredes, seguiu-se o "Ciúmes da Lua", e foram andando pelas canções.

Quando ia cantar o "Ninguém é de Ninguém", que é suposto ele cantar só com o Rui ao piano, pediu ao Rui para lhe dar o lugar e cantou sozinho ao piano o tema do Zeca Afonso “Vejam Bem”, foi um momento muito bonito do concerto.

O concerto durou mais de duas horas, e tal como o nome diz, foi em muitos momentos de Improviso, gosto muito do João Pedro em concertos de rua, é brutal, é de uma energia fantástica, a Banda é fabulosa, ele costuma dizer que deixa a alma e a pele no palco, mas neste deixou também qualquer coisa mais, ficam lindos neste conceito acústico e intimista, é uma energia diferente.

Reportagem e fotos cedidas por Maria Alcobia

domingo, 10 de abril de 2011

Foto Reportagem do Concerto em Oliveira de Azeméis

[Em actualização... Espero trazer-vos as fotos brevemente]

No dia 09 de Abril do corrente ano, João Pedro Pais pisou pela primeira vez o palco do Cine-teatro Caracas, em Oliveira de Azeméis. Esta primeira vez coincidiu com a estreia do espectáculo preparado para auditório, “Improviso”.

Pelas 21h15 abriram-se as portas para que o público pudesse ocupar os seus lugares na sala de espectáculos. Às 21h40 apagaram-se as luzes, onde fizeram uma pequena apresentação da agenda cultural “Ciclo da Primavera”. Sozinho, surge João apenas munido da sua guitarra clássica, perto do refrão de “O dia mais longo” entram os restantes músicos que apenas o acompanham tocando no refrão.

Chega o momento em que João inclui o público, pela primeira vez na noite, no seu mundo, em “A palma e a mão”, concluindo com um final explosivo, para contrastar com um inicio tão suave.

Após se dirigir ao público pela primeira vez, finalizam, em conjunto, “Mais que uma vez”, seguida de “Sempre hoje”, acompanhada dos seus já famosos gritos de guerra, com um resto de todos, cantou “Um resto de tudo”.

Iniciada com instrumental fenomenal, “Não há” foi a música de “improviso”, o público ensaiado pelo próprio João fez uma exibição a dois tons, entre “não há, ninguém como tu” e “antigamente, era diferente”.

Seguiu-se a habitual apresentação dos membros da banda: Fernando Tavares na bateria; Mário Peniche no baixo, Luiz Arantes nas guitarras e finalmente Rui Almeida nos teclados.

Após a explicação acerca da criação da letra surgiram-se os primeiros acordes de “Palco de Feras”, que mesmo em modo acústico continua a ser uma música muito efusiva.

Dirigindo-se novamente aos fãs disse:
- Vocês jovens que estão aqui são o futuro. Tenham orgulho de quem são, de serem filhos dos vossos pais e netos dos vossos avós!

Apenas ao som das teclas e da sua inseparável guitarra surgiu “Ninguém é de ninguém”, já “Mentira”, acompanhada pela voz do público que quase abafou o som das teclas.

A fazer relembrar duas noites inesquecíveis juntou-se ao público entusiasmado com a energia vinda da plateia, em “Até nunca mais”.

Voltando à guitarra deu um show de cordas em “ Um volto já”.

Mais uma lição:
-Nunca quem pisa este palco será maior que vocês!

Calmamente surge-nos uma “Paciência” para mostrar o não esquecimento de um “Lado a Lado”.

Foi já em jeito de despedida numa noite que já ia longa, mas que tão rápido estava a passar que surgiu “Louco por ti”. Há quem queira pô-lo em cima de um altar, mas o João Pedro Pais sabe sempre mostrar que nada é mais que os outros, sendo isso que o torna tão especial para tantos dos seus verdadeiros seguidores.

Constantemente aclamado pelos presentes, que sempre responderam entusiasticamente ao longo do que acabariam por ser mais de duas horas de espectáculo. Depois de uma saída de cena, os presentes não desistiram de “pedir” que voltassem ao palco. “Ciúmes da lua” foi a primeira de quatro músicas.

Mostrando que quem faz realmente os espectáculos é quem assiste João anunciou:
- Agradecemos por tomarem conta de nós, porque somos o reflexo de vocês. Seremos sempre!

A noite estava a ser tão especial que João Pedro Pais quis dar uma prenda extra. Pedindo que, tal como ele confia em nós, confiássemos nele. Apresentou assim uma amostra do que será um próximo álbum. Em tom de brincadeira, no final, disse que não tinha visto nenhuma luz vermelha.

Depois dos primeiros acordes passaram-se 2 horas e 15 minutos em que João ficou rendido ao seu público. Não quis sair de cena sem deixar a mensagem:
- Não somos apenas números, somos pessoas, somos almas, somos Vida! Por isso, deixem-se de merdas, deixem-se de drogas!


Se há concertos perfeitos? Há! Quando? Quando o público se entrega incessantemente…

quinta-feira, 31 de março de 2011

Foto-Reportagem - Inglaterra [26/03]

Olá Malta,

Partilhamos convosco o feedback do concerto do João em Inglaterra que a agente do João Pedro, Maria Alcobia, nos fez chegar, assim como algumas fotos. Esperamos que gostem.

"Inglaterra foi muito cansativo, o concerto era longe de Londres, foram horas de viagem para lá, horas para cá, mas foi giro, e o João Pedro ia muito bem disposto, não sei se vocês conhecem essa faceta dele, mas ele adora pregar partidas, de facto é impossível mesmo, e tem um grande sentido de humor, pelo que mesmo cansados, foi um tempo bem passado, tenho pena de não termos gravado o concerto, mas tenho aqui uma ou duas fotos que envio. Uma das fotos, foi tirada com o meu telemóvel, no hotel, num piano velho que ele encontrou, estava a mostrar-me uma música nova que compôs, a foto não está muito boa".

[João Pedro no Hotel a tocar uma nova música que compôs, num piano velho que encontrou por lá]

Fotos do Concerto:





Fotos cedidas por Maria Alcobia

Nota: Um Obrigada enorme e especial à Maria Alcobia pelas fotos cedidas e pelo feedback do concerto. Pelo apoio incondicional que nos tem dado, assim como todas as pessoas que trabalham na "Oficina da Ilusão", nunca se esquecendo de nós e fazendo de tudo para nos enviarem fotos, artigos e novidades exclusivas sobre o João.